- 29 anos
- Virginiano
- Mackenzista
- Paulistano de nascimento
- Temporariamente candango
- Geek de carterinha
- Corintiano (maloqueiro e sofredor, gra�as a Deus)
- Cozinha bem
- Tenta cantar
- N�o sabe dan�ar
- Nem tocar nada
- � advogado
- Mas no momento � funcion�rio p�blico
- Vai fazer concurso pra delegado
- Mas sonha mesmo � ser juiz
- Cin�filo
- Assiste desenhos da Disney
- Adorou Kill Bill
- Detestou Tr�ia
- Ama cinema-pipoca
- N�o suporta filmes-cabe�a
- Pensa em fazer uma tatuagem
- J� viu show do Guns, do U2, do Red Hot Chili Peppers, do Placebo e do Lenny Kravitz
- N�o quer morrer antes de assistir um show do Pearl Jam
- Odeia samba, ax� e pagode
- Chegado na mangua�a
- Viciado em junk food (principalmente o milk-shake de Ovomaltine do Bob's)
- Come comida japonesa
- Vai ter duas filhas: Patr�cia e Aline
- Leu todos os livros do Harry Potter em um �nico fim de semana
- Quer conhecer Viena, Praga e Roma
01/07/2005 16:29
Algumas pessoas tem me perguntado porque eu venho escrevendo tão pouco e tão esporadicamente. Não sei responder. Falta de tempo não é. Falta de assunto? Talvez... Mas eu já escrevi sobre coisas tão idiotas que isso não é necessariamente um obstáculo. Eu não tenho mais é saco de fazer diariozinho. Acho que estou sentindo um ciclo se encerrar. Sabe, como alguns animais que quando sentem que vão morrer sentam e esperam o inevitável. Não, eu não vou morrer (pelo menos por enquanto), mas as próximas semanas serão decisivas pra eu saber como vai ser a minha vida daqui pra frente. Não quero dizer agora o que é, mas daqui a mais ou menos um mês eu estarei louco com o tanto de coisa que estará acontecendo.
Há uma boa chance de no meu aniversário eu já não estar mais aqui. Quando penso nisso, que posso ter que ir embora, a primeira coisa que eu penso é em todas as pessoas que passaram pela minha vida neste 1 ano e meio de Brasília, no que eu diria a elas. Como se fosse um balanço de tudo que passou. Por que eu sinto que quando eu for embora eu não posso deixar de sentar com algumas pessoas e ter essa conversa, repassar tudo que aconteceu. Algo como "não deixar negócios pendentes".